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FactópolesUma reivindicação do Itaú Unibanco pelo equilíbrio informacional e pelo direito de resposta

Cade e carteiras digitais

Com base em boas práticas bancárias, fundamentos econômicos, na legislação vigente de prevenção ao superendividamento e na regulamentação do Banco Central e nas regras das bandeiras de cartão de crédito, o banco passou a restringir determinadas transações, com foco na proteção de clientes em situação de maior vulnerabilidade.

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Resposta publicada pelo Itaú em Atualizada em

Dinâmica de cobertura do Metrópoles neste tema

"A matéria foi publicada sem pedido de manifestação ao banco, ainda que o Itaú tenha se posicionado publicamente sobre o tema em outros veículos, na mesma data."

Data

Matéria

Tratamento

27/05

🚫 Sem pedido de manifestação

 

Posicionamento do Itaú Unibanco enviado à imprensa

O Itaú Unibanco reforça que atua em conformidade com a regulação e que suas políticas de aprovação de transações consideram critérios técnicos e de gestão de risco, aplicados de forma isonômica. O Itaú identificou que transações com cartões de crédito realizadas por meio de carteiras digitais — especialmente para transferências de valores, pagamento de contas e boletos — apresentam índices de inadimplência significativamente superiores aos das compras tradicionais, podendo chegar a até cinco vezes mais. Esse cenário gera desequilíbrio nessas operações e contribui para o aumento do superendividamento. Com base em boas práticas bancárias, fundamentos econômicos, na legislação vigente de prevenção ao superendividamento e na regulamentação do Banco Central e nas regras das bandeiras de cartão de crédito, o banco passou a restringir determinadas transações, com foco na proteção de clientes em situação de maior vulnerabilidade. A medida é adotada desde 2022, de forma transparente, e foi comunicada aos parceiros e às autoridades competentes.

O que aconteceu

Em maio de 2026, o Cade abriu processo administrativo para investigar como o Itaú Unibanco analisa determinadas operações com cartão de crédito dentro de carteiras digitais de outras empresas. O banco está na fase processual em que apresenta sua defesa, com base em critérios técnicos de risco aplicados de forma isonômica e respaldados na regulação vigente.

Esclarecimentos adicionais

•  A abertura de processo no Cade marca o início de uma investigação, sem decisão de mérito nem reconhecimento de culpa. O Itaú Unibanco está apresentando suas explicações ao órgão.

•  A política de análise do banco é fundamentada na Lei do Superendividamento (Lei nº 14.181/2021), em boas práticas bancárias e em diálogo contínuo com o Banco Central. A mesma régua é aplicada a todas as carteiras digitais, inclusive a do próprio Itaú.

•  Transações em cartões de crédito Itaú são recusadas a partir de critérios técnicos de risco voltados à proteção do cliente.

Documentos públicos e referências