Dinâmica de cobertura do Metrópoles neste tema
"A matéria foi publicada sem pedido de manifestação ao banco."
Data | Matéria | Tratamento |
|---|---|---|
13/5 | 🚫 Sem pedido de manifestação |
O que aconteceu
A operação da Polícia Federal citada na reportagem se refere a aplicações feitas em outra instituição financeira e investiga decisões internas do próprio instituto de previdência municipal. Portanto, não envolve o Itaú Unibanco.
Sobre os fundos da Itaú Asset Management mencionados, importante registrar uma distinção: o que a reportagem apresenta como "prejuízo" corresponde, em rigor, a custo de oportunidade, ou seja, a comparação com uma alternativa hipotética de investimento, e não a uma perda de valor em termos absolutos. O fundo NTN-B 2027 foi desenhado para acompanhar um título do governo federal, e o fundo Phoenix é um fundo de ações, instrumentos com naturezas e objetivos próprios, descritos em regulamento público.
A escolha de quais fundos cada RPPS mantém em carteira é feita pelo próprio regime, com base em sua Política Anual de Investimentos, dentro das regras do Conselho Monetário Nacional. Todos os fundos da Itaú Asset têm regulamento, lâmina padronizada, auditoria independente e seguem as normas da CVM e da ANBIMA.
Esclarecimentos adicionais
• A operação da Polícia Federal trata de aplicações feitas em outra instituição financeira e investiga decisões internas do próprio instituto de previdência municipal. O Itaú não é parte da apuração.
• O desempenho de fundos comparado a outros índices de mercado configura, tecnicamente, custo de oportunidade - diferença entre o ganho obtido e o de uma alternativa hipotética -, conceito distinto de prejuízo financeiro em termos absolutos.
• A decisão de alocação dos recursos de cada Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) é tomada pelo próprio regime, com base em sua Política Anual de Investimentos, dentro das regras do Conselho Monetário Nacional. Os fundos da Itaú Asset seguem regulamentação da CVM e da ANBIMA.




